O perfil facial depende da relação entre nariz, queixo, mandíbula e pescoço.
Nem sempre o incômodo está em uma única estrutura.
Em muitos casos, o que chama atenção é a leitura do perfil como um todo.
Você sente que o perfil não tem definição, especialmente na transição entre queixo, mandíbula e pescoço.
Você percebe o nariz mais evidente no rosto, mas não sabe se a causa é apenas nasal ou também proporcional.
Você nota o queixo retraído ou pouco projetado, com impacto na harmonia do terço inferior da face.
Você busca um perfil mais equilibrado, sem exagero, sem masculinizar ou endurecer a expressão facial.
Você quer entender se a mentoplastia faz sentido isoladamente ou se deve ser avaliada dentro de um planejamento facial mais amplo.
Na mentoplastia, a decisão técnica depende da análise do perfil, da projeção do queixo, da relação com mandíbula, nariz e pescoço, e da qualidade dos tecidos.
O planejamento pode envolver ajuste de projeção, definição de contorno ou associação com outros procedimentos quando isso traz benefício real para a harmonia facial.
Mais do que aumentar o queixo, a técnica deve melhorar a proporção do conjunto.
A mentoplastia pode ser considerada isoladamente ou em associação a outros procedimentos faciais, como rinoplastia, quando há indicação. Essa relação precisa ser avaliada com cuidado, porque nariz e queixo influenciam diretamente a percepção do perfil.
A decisão não deve partir de uma tendência estética, mas de uma análise individual.





Agende uma consulta para entender se a mentoplastia proporcional faz sentido para o seu caso e quais caminhos podem ser considerados com segurança.
DÚVIDAS FREQUENTES
Não. A indicação depende de avaliação facial, estrutura e expectativas.
Pode, quando há indicação e benefício real para o equilíbrio do perfil.
Sim. O pós-operatório orientado é parte importante da segurança e da evolução.